Para NHK heróis japoneses da Segunda Guerra são “criminosos”

Após a batalha, chineses que abominaram as façanhas ruins do exército chinês na cidade aplaudem o exército japonês. Esta foto mostra soldados japoneses e cidadãos chineses congratulando-se durante a entrada em Nanking, em 17 de Dezembro de 1937, quatro dias antes do final da campanha. Os cidadãos estão com fita branca no braço. É uma bandeira japonesa dada para diferenciá-los dos soldados chineses escondidos, que trajavam à paisana.
Após a batalha, chineses que abominaram as façanhas ruins do exército chinês na cidade aplaudem o exército japonês. Esta foto mostra soldados japoneses e cidadãos chineses congratulando-se durante a entrada em Nanking, em 17 de Dezembro de 1937, quatro dias antes do final da campanha. Os cidadãos estão com fita branca no braço. É uma bandeira japonesa dada para diferenciá-los dos soldados chineses escondidos, que trajavam à paisana.

Seguindo a mesma linha editorial anti-japonesa há 67 anos, a rede de TV e internet NHK publicou uma notícia sobre a visita da comitiva de 170 parlamentares japoneses ao templo de Yasukuni, em Tóquio, na qual se referiu com a palavra “criminosos” aos 14 militares japoneses executados no dia 23 de Dezembro de 1945, após serem condenados no Tribunal de Tóquio, durante a Segunda Guerra Mundial.

A matéria contendo a palavra ofensiva ficou online por algum tempo ao longo do dia na versão em Língua Portuguesa do portal NHK World. O texto foi compartilhado aos usuários do Facebook pela fanpage de uma empreiteira, mas foi removida do ar horas depois pelos gestores do conteúdo da NHK.

Como de praxe na pequena mídia comunitária dos brasileiros no Japão, numa avalanche de informações não-validadas, mais tarde foi a vez do site da empreiteira publicar uma “matéria explicativa”, citando como fonte das informações blog de brasileiro residente no Japão e a Wikipédia, cujo conteúdo, de elaboração colaborativa e aberto para constantes edições, tem deficit em credibilidade.

Em sua “explicação”, a empreiteira condenou o patriotismo japonês, usando o termo “nacionalismo”, que ganhou conotação pejorativa no universo esquerdista da mídia japonesa e ocidental. Os acampamentos do exército japonês na Ásia se transformaram em “colonialismo”. O texto foi escrito com base nas informações correntes na grande mídia e afirma que coreanos e chineses “foram massacrados e violados pelo exército japonês”.

O fake de Nanking – Desfazer a lavagem cerebral perpetuada há 67 anos dentro da mídia, universidades e escolas do Japão vai levar, em hipótese positiva, pelo menos duas gerações. O GHQ, quartel general das forças de ocupação constituído por russos e norte-americanos, implementou a tática de guerra de informação para derrotar o povo japonês que, mesmo com a rendição de seus governantes, considerava-se vencedor da grande guerra.

Para este objetivo, o GHQ esteve presente durante seis anos e sete meses no Japão, eliminando todos os focos de orgulho nipônico. Assim como diz a lenda, os árabes atearam fogo à biblioteca de Alexandria, os Aliados eliminaram todos os livros de História, reeditando-os e contando sua versão da História do Japão. Fizeram o mesmo com a Constituição do Japão, um país democrático já naquela época.

Um episódio exemplar é a entrada das tropas japonesas na cidade chinesa de Nanquim. Os soldados foram aplaudidos como salvadores por cidadãos da verdadeira pátria chinesa nas ruas da cidade. As tropas estavam estacionados na Manchúria, naquela época o estado independente Manchukuo, recém libertado da ameaça vermelha da Rússia derrotada em 1905.

Dentro da China, o exército do Partido Nacionalista de Chiang Kai Shek era ferozmente combatido pelos exércitos particulares de líderes regionais do Partido Comunista Chinês, braço ideológico da União Soviética na internacionalização do comunismo. Somando as marchas do exército vermelho, as vítimas de armistícios entre comunistas e comunistas, comunistas contra nacionalistas e a repressão de ambos exércitos contra civís, a China tinha mais cadáveres do que bodes espiatórios para condenar.

Na noite da magnífica chegada dos japoneses à Nanking um agente chinês a serviço da KGB coordenou o sequestro de um soldado japonês, acusando-o de um crime. A falsa acusação elevou a importância da situação e atraiu o exército japonês para o Sul. Abrindo o caminho para os soviéticos do revolucionário Lênin, do ditador Stálin e do “traidor” Trótski alcançarem a península coreana.

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