NHK sob nova direção, vai começar o “passaralho”

hannichimedia

Imediatamente após a invasão dos exércitos aliados, Estados Unidos, Reino Unido e Rússia, à Tóquio, começou o controle da mídia japonesa pelas forças de ocupação. Por exemplo, pouco antes de ser ocupado, o Asahi Shinbun, publicou um editorial “subversivo” mostrando que o Japão estava arrasado, mas o povo sentia-se vitorioso, pois lutara até o Imperador assinar a rendição. E teria lutado até o último indivíduo, se não fosse este documento. Esta força inspirou mais tarde o Vietnã a enfrentar o exército americano numa guerrilha. Tudo por uma dádiva inalienável, a soberania de um povo.

Hoje, quase 69 anos depois da derrota numa guerra que não começou, o Japão começa a restaurar sua soberania. Naoki Hyakuta, autor do livro “O Zero Imortal”, filme de maior bilheteria neste Inverno, foi indicado para administrar a rede de TV e rádio NHK. O filme conta a história humana de um piloto da força aérea japonesa e sua luta pela vida.

O escritor afirmou que os “crimes de guerra” imputados ao Japão após sua rendição foram fabricações dos aliados para escaparem do maior crime de todos, as duas bombas nucleares sob populações civis de Hiroshima e Nagasaki, no sudoeste japonês, região mais antiga do país.

Desde que cheguei no país dos meus ancestrais por parte de pai, sempre achei estranho o modo da maioria dos japoneses. Apáticos. Então, ao mesmo tempo que estudava a Língua Japonesa, abri um inquérito, arguindo todos pelo porquê disto. Uma das últimas questões eram se eles gostavam do seu país. A explicação remetia à condenação no tribunal de guerra. “Nihonjin wa damê” – que significa, “japoneses são ruins”, disseram todos os professores.

Estes fazem parte da chamada “geração nikkyoso”, duas ou três gerações de japoneses influenciados e submetidos à lavagem cerebral do pós-guerra. Essa operação ideológica foi levada à cabo pela Nikkyoso, a associação nacional dos professores, de pensamento comunista, ligada à China e à Rússia. E pela mídia de massa, controlada também por estrangeiros.

A própria Constituição japonesa atual ainda é aquela ditada pelas forças de ocupação. Na qual, entre outros artigos, consta o artigo 9º, que impede o Japão de ter um exército capaz de intimidar ameaças de tomada do seu território como nas ilhas Senkaku e Takeshima, pela China e Coréia do Sul, respectivamente.

Revisionar a História do mundo não será tarefa fácil. A pressão será enorme. Inclusive da geração nikkyoso, que formou a maioria dos jornalistas japoneses da atualidade, com exceção de alguns mebros da redação do Sankei Shinbun/MSN. A versão dos vencedores da guerra é a única que jornalistas americanos como o autor do artigo da revista Times, Kirk Spitzer, aceita.

Mas uma coisa é certa. A Humanidade precisa conhecer sua Verdade. Ela começando a aparecer, apesar da resistência, para tirar este povo das trevas do pós-guerra. Eu sei de que lado estou. E você?

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