Japoneses denunciam relação entre TV NHK e China

As informações a seguir são de uma matéria de minha autoria, publicada no final de Outubro de 2012 em dois websites. Um deles, saiu do ar por falta de anunciantes. Outro, da comunidade brasileira no Japão, misteriosamente retirou o conteúdo da rede. Trata-se da única matéria em Língua Portuguesa mostrando a verdadeira face da rede NHK e precisa estar disponível para consulta.

hannichimedia
No final do ano de 2012 o grupo Ganbare Nippon realizou muitas demonstrações da indignação do povo japonês para com a mídia do país.

No dia 27 de outubro de 2013, japoneses buscaram alertar a população sobre as distorções e omissões da rede pública de difusão NHK em frente à sua sede em Shibuya, centro de Tóquio. Foi o quinto ato do movimento de denúncia da mídia do país organizado pelo grupo Ganbare Nippon naquele mês

Os manifestantes são jovens conservadores, homens com trajes sóbrios e senhoras de quimono portando o hinomaru, a bandeira do país. Nenhuma nota foi registrada na grande mídia.

Informações omitidas
Um dos cartazes da manifestação diz: “não reportando os testes nucleares e termonucleares realizadas pela China na “Rota da Seda” (Ásia Central), a NHK expôs turistas japoneses à radiação”.

Segundo relatório do parlamento europeu, em testes realizados no Turquestão Oriental (Xianjiang), o governo chinês matou pelo menos 200 mil uigures, povo natural da região. Além disso, outros 1,5 milhões foram contaminados com material radioativo entre 1964 e 1996.

“Mas o Partido Comunista Chinês afirma que nada aconteceu”, declara o Dr. Enver Tohti, um dos relatores do estudo europeu. A versão comunista é justamente a que tem sido transmitida à população japonesa durante todos esses anos pela NHK.

Além disso, de acordo com Mizushima, a NHK praticamente não tem reportado o genocídio no Tibete.

“Enquanto rede pública de difusão, a NHK deveria transmitir informações corretas para o público, incluindo as crianças. Há quinze anos me empenho para que isso aconteça, mas lamentavelmente a NHK continua a mesma”, diz Yoshiko Matsuura, vereadora de Tóquio pelo distrito de Suginami.

“De modo algum devemos pagar para assistir a programas desse nível”, afirma Oyama Kazunobu, pesquisador de mídia da Universidade de Kanagawa, que afirma não pagar a taxa que a emissora estatal cobra dos usuários.

Por sua vez, Eiji Kosaka, vereador de Tóquio pelo distrito de Arakawa, afirma que “só o fato de a NHK se concentrar nos supostos perigos do Osprey em Okinawa, demonstra que ela não é uma rede de difusão japonesa. Não há motivo para pagar a NHK”. O vereador não assiste à NHK e também não paga a taxa – que não é obrigatória.

“Hoje estamos na era da guerra através de informações, tornou-se impraticável usar a força militar imediatamente. Mentiras e demonstrações, como as produzidas recentemente em toda a China, são usadas para desinformar e, com consentimento do adversário, obter os espólios visados”, afirma em discurso o ex-comandante da força aérea japonesa Toshio Tamogami.

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