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Quem quer o Japão no TPP?

Tevê NHK mostra cartaz de protesto em Okinawa
A mídia mostra insatisfação dos okinawanos com a presença norte-americana em seu arquipélago. Entre os manifestantes, no entanto, as opiniões divergem. (Imagem: Reuters)

Jornalista conservador, em 1974, Gary Allen denunciou em seu livro-dossiê “The Rockefeller File” o que seria a elite ao redor da super rica dinastia Rockefeller, na época dos irmãos John D. e o vice-presidente dos EUA, Nelson Rockefeller. O Conselho de Relações Exteriores, Council on Foreigner Relations (CFN, na sigla em Inglês) é uma organização baseada em Nova Iorque, atualmente chamado de “think tank”, com site na internet e influência total na mídia de massa ao redor do mundo.

O Conselho dividiu o mundo para controlar as duas partes. E, não é de agora, planeja internacionalizá-lo, criando o governo mundial. Mas para esse plano ter sucesso, as barreiras econômicas, fronteiras políticas, diferenças culturais, além dos sentimentos nacionais de cada povo precisam ser enfraquecidos. É por isso que a mídia mundial, depois da 2ªGM, passou a demonizar todo tipo de nacionalismo, identificando-os com a o Terceiro Reich, a Alemanha de Adolf Hitler.

Na Ásia, com uma guerra ocorrendo na península coreana, a Guerra da Coreia em 1950, e o país sob custódia do quartel general das forças de ocupação (general head quarter, GHQ na sigla em Inglês), o Japão viveu anos decisivos de 1945 até 1952. Conhecido pelo “milagre econômico”, o período pós-guerra ainda tem questões a serem resolvidas entre o governo da sociedade japonesa e os países que participaram da ocupação.

No “sengo“, ou seja, pós-guerra, três gerações de japoneses foram submetidas à propaganda utilizada para que o plano de internacionalização fosse bem sucedido no país.  O modo como o Japão mudou é conhecido de milhares de brasileiros com ascendência japonesa residentes no arquipélago. O comportamento do povo mudou em relação ao tempo em que seus avós foram educados.

Mal entendimento da própria História, desinteresse em política, suicídios, adoração pelo mundo e padrões ocidentais. São indícios de perda da identidade nacional japonesa, conceito que sua mídia principal, rede estatal NHK, relaciona com nacionalismo, como visto, um sentimento contrário aos interesses do almejado governo mundial.

Foi nesse contexto que o gabinete do primeiro-ministro eleito em dezembro de 2012, Shinzo Abe do Partido Liberal Democrata (PLD), partido no poder na maior parte do período pós-guerra que, pela primeira vez num feriado de Golden Week foi instituído o dia da lembrança da restauração da soberania nacional (Shuken Kaifuku Kinen Bi), 28 de Abril.

A maior cartada contra o governo mundial, em defesa das liberdades e tradições nacionais de cada povo deve ser dada do âmbito da Organização Mundial do Comércio. O premiê Shinzo Abe já concordou em participar das conversações sobre o tratado de livre comércio TPP (Trans-Pacific Partnership), a partir do qual, outra vez fatores externos podem levar à mudanças forçadas dentro do Japão.

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Para NHK heróis japoneses da Segunda Guerra são “criminosos”

Após a batalha, chineses que abominaram as façanhas ruins do exército chinês na cidade aplaudem o exército japonês. Esta foto mostra soldados japoneses e cidadãos chineses congratulando-se durante a entrada em Nanking, em 17 de Dezembro de 1937, quatro dias antes do final da campanha. Os cidadãos estão com fita branca no braço. É uma bandeira japonesa dada para diferenciá-los dos soldados chineses escondidos, que trajavam à paisana.
Após a batalha, chineses que abominaram as façanhas ruins do exército chinês na cidade aplaudem o exército japonês. Esta foto mostra soldados japoneses e cidadãos chineses congratulando-se durante a entrada em Nanking, em 17 de Dezembro de 1937, quatro dias antes do final da campanha. Os cidadãos estão com fita branca no braço. É uma bandeira japonesa dada para diferenciá-los dos soldados chineses escondidos, que trajavam à paisana.

Seguindo a mesma linha editorial anti-japonesa há 67 anos, a rede de TV e internet NHK publicou uma notícia sobre a visita da comitiva de 170 parlamentares japoneses ao templo de Yasukuni, em Tóquio, na qual se referiu com a palavra “criminosos” aos 14 militares japoneses executados no dia 23 de Dezembro de 1945, após serem condenados no Tribunal de Tóquio, durante a Segunda Guerra Mundial.

A matéria contendo a palavra ofensiva ficou online por algum tempo ao longo do dia na versão em Língua Portuguesa do portal NHK World. O texto foi compartilhado aos usuários do Facebook pela fanpage de uma empreiteira, mas foi removida do ar horas depois pelos gestores do conteúdo da NHK.

Como de praxe na pequena mídia comunitária dos brasileiros no Japão, numa avalanche de informações não-validadas, mais tarde foi a vez do site da empreiteira publicar uma “matéria explicativa”, citando como fonte das informações blog de brasileiro residente no Japão e a Wikipédia, cujo conteúdo, de elaboração colaborativa e aberto para constantes edições, tem deficit em credibilidade.

Em sua “explicação”, a empreiteira condenou o patriotismo japonês, usando o termo “nacionalismo”, que ganhou conotação pejorativa no universo esquerdista da mídia japonesa e ocidental. Os acampamentos do exército japonês na Ásia se transformaram em “colonialismo”. O texto foi escrito com base nas informações correntes na grande mídia e afirma que coreanos e chineses “foram massacrados e violados pelo exército japonês”.

O fake de Nanking – Desfazer a lavagem cerebral perpetuada há 67 anos dentro da mídia, universidades e escolas do Japão vai levar, em hipótese positiva, pelo menos duas gerações. O GHQ, quartel general das forças de ocupação constituído por russos e norte-americanos, implementou a tática de guerra de informação para derrotar o povo japonês que, mesmo com a rendição de seus governantes, considerava-se vencedor da grande guerra.

Para este objetivo, o GHQ esteve presente durante seis anos e sete meses no Japão, eliminando todos os focos de orgulho nipônico. Assim como diz a lenda, os árabes atearam fogo à biblioteca de Alexandria, os Aliados eliminaram todos os livros de História, reeditando-os e contando sua versão da História do Japão. Fizeram o mesmo com a Constituição do Japão, um país democrático já naquela época.

Um episódio exemplar é a entrada das tropas japonesas na cidade chinesa de Nanquim. Os soldados foram aplaudidos como salvadores por cidadãos da verdadeira pátria chinesa nas ruas da cidade. As tropas estavam estacionados na Manchúria, naquela época o estado independente Manchukuo, recém libertado da ameaça vermelha da Rússia derrotada em 1905.

Dentro da China, o exército do Partido Nacionalista de Chiang Kai Shek era ferozmente combatido pelos exércitos particulares de líderes regionais do Partido Comunista Chinês, braço ideológico da União Soviética na internacionalização do comunismo. Somando as marchas do exército vermelho, as vítimas de armistícios entre comunistas e comunistas, comunistas contra nacionalistas e a repressão de ambos exércitos contra civís, a China tinha mais cadáveres do que bodes espiatórios para condenar.

Na noite da magnífica chegada dos japoneses à Nanking um agente chinês a serviço da KGB coordenou o sequestro de um soldado japonês, acusando-o de um crime. A falsa acusação elevou a importância da situação e atraiu o exército japonês para o Sul. Abrindo o caminho para os soviéticos do revolucionário Lênin, do ditador Stálin e do “traidor” Trótski alcançarem a península coreana.

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Os “índios” que prosperaram

O Museu de História natural de Yokohama foi construído próximo ao sítio arqueológico da cidade, onde  moradias pré-históricas foram reconstruídas sobre suas ruínas de 4 mil anos atrás. Em seu livro Japão História e Presente, José Yamashiro relata a presença humana no arquipélago há 240 mil anos.
O Museu de História natural de Yokohama foi construído próximo ao sítio arqueológico da cidade, onde moradias pré-históricas foram reconstruídas sobre suas ruínas de 4 mil anos atrás. Em seu livro Japão História e Presente, José Yamashiro relata a presença humana no arquipélago há 240 mil anos.

O termo “índio” é um topônimo, substantivo derivado da localidade “Índia”, país da Ásia, herdeiro da civilização dos rios Indu e Ganges, berço de algumas das culturas mais antigas da Humanidade. Os povos autóctones da América, então um “novo mundo” para a exploração mercantilista, foram chamados de “índios” pelos navegantes ibéricos que, é dito, os confundiram com populares indonésios das ilhas do tempero do sudeste asiático.

Ainda no estágio da coleta de alimentos ou agricultura simples, estes povos nativos assistiram à invasão de seus territórios. Em desvantagem tecnológica, desprovidos de organização militar ou armas para defesa, as civilizações pré-colombianas dos incas, astecas, maias e milhares de nações indígenas da América e Oceania foram facilmente dominadas, em seguida escravizadas e completamente dizimadas pelas potências europeias, primeiro a Espanha, depois a Inglaterra.

Nos territórios que hoje são os Estados Unidos, a Austrália e o Brasil, atualmente o que resta dos seus povos nativos são apenas lendas e pesquisas antropológicas e, no Brasil, um cínico feriado nacional em sua homenagem, o dia 19 de Abril.

Como seria a hipótese de um destes povos nativos de sua terra ficasse isolado do contato com a barbárie europeia?

Essa foi a sorte que teve o Japão. E, assim como na Idade Média europeia, as disputas políticas entre os diferentes feudos propiciou progresso militar e desenvolvimento de artes marciais como a esgrima, códigos de ética e, mais tarde, com o total fechamento do país, o desenvolvimento interno elevou a vida dentro da sociedade japonesa do período Edo ao estado de arte.

O termo nação é erroneamente utilizado como mero sinônimo de país. Na verdade, sob a égide da mesma família imperial há quase 2700 anos, o Japão é a única nação do primeiro mundo. Uma monarquia parlamentarista frente a frente ao momento mais decisivo de sua história: o fim do período pós-guerra, quando as potências europeias tentaram destruí-la, física e moralmente. Um povo que compartilha o território como uma grande família, com honra ao mérito e pouquíssima corrupção.

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Japoneses denunciam relação entre TV NHK e China

As informações a seguir são de uma matéria de minha autoria, publicada no final de Outubro de 2012 em dois websites. Um deles, saiu do ar por falta de anunciantes. Outro, da comunidade brasileira no Japão, misteriosamente retirou o conteúdo da rede. Trata-se da única matéria em Língua Portuguesa mostrando a verdadeira face da rede NHK e precisa estar disponível para consulta.

hannichimedia
No final do ano de 2012 o grupo Ganbare Nippon realizou muitas demonstrações da indignação do povo japonês para com a mídia do país.

No dia 27 de outubro de 2013, japoneses buscaram alertar a população sobre as distorções e omissões da rede pública de difusão NHK em frente à sua sede em Shibuya, centro de Tóquio. Foi o quinto ato do movimento de denúncia da mídia do país organizado pelo grupo Ganbare Nippon naquele mês

Os manifestantes são jovens conservadores, homens com trajes sóbrios e senhoras de quimono portando o hinomaru, a bandeira do país. Nenhuma nota foi registrada na grande mídia.

Informações omitidas
Um dos cartazes da manifestação diz: “não reportando os testes nucleares e termonucleares realizadas pela China na “Rota da Seda” (Ásia Central), a NHK expôs turistas japoneses à radiação”.

Segundo relatório do parlamento europeu, em testes realizados no Turquestão Oriental (Xianjiang), o governo chinês matou pelo menos 200 mil uigures, povo natural da região. Além disso, outros 1,5 milhões foram contaminados com material radioativo entre 1964 e 1996.

“Mas o Partido Comunista Chinês afirma que nada aconteceu”, declara o Dr. Enver Tohti, um dos relatores do estudo europeu. A versão comunista é justamente a que tem sido transmitida à população japonesa durante todos esses anos pela NHK.

Além disso, de acordo com Mizushima, a NHK praticamente não tem reportado o genocídio no Tibete.

“Enquanto rede pública de difusão, a NHK deveria transmitir informações corretas para o público, incluindo as crianças. Há quinze anos me empenho para que isso aconteça, mas lamentavelmente a NHK continua a mesma”, diz Yoshiko Matsuura, vereadora de Tóquio pelo distrito de Suginami.

“De modo algum devemos pagar para assistir a programas desse nível”, afirma Oyama Kazunobu, pesquisador de mídia da Universidade de Kanagawa, que afirma não pagar a taxa que a emissora estatal cobra dos usuários.

Por sua vez, Eiji Kosaka, vereador de Tóquio pelo distrito de Arakawa, afirma que “só o fato de a NHK se concentrar nos supostos perigos do Osprey em Okinawa, demonstra que ela não é uma rede de difusão japonesa. Não há motivo para pagar a NHK”. O vereador não assiste à NHK e também não paga a taxa – que não é obrigatória.

“Hoje estamos na era da guerra através de informações, tornou-se impraticável usar a força militar imediatamente. Mentiras e demonstrações, como as produzidas recentemente em toda a China, são usadas para desinformar e, com consentimento do adversário, obter os espólios visados”, afirma em discurso o ex-comandante da força aérea japonesa Toshio Tamogami.

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Japão lembra data da restauração da soberania no dia 28 de Abril

Restauracao da Soberania

Você sabia que o Japão é um dos poucos países livres de invasões em sua História, não é? Há mais de 10 mil anos povos de diversos locais da Ásia migram para o arquipélago no extremo oriente, com a finalidade de habitá-lo. Em alguns momentos povos belicosos como os mongóis de Kublai Khan tentaram uma invasão violenta, mas foram detidos pelo vento sagrado (kamikase).

Mas a história de soberania nacional teve uma curta exceção. De 14 de Agosto de 1945, data da rendição na 2a Guerra, até 28 de Abril de 1952, seguindo o Tratado de São Francisco, assinado meses antes, em 8 de setembro de 1951, o Japão voltou a ser um país soberano. No entanto após esse período fugaz na milenar História nipônica, 67 anos se passaram e consequências ruins para a sociedade ainda perduram.

O quartel general das forças de ocupação (GHQ) foi retirado de Tóquio e o país pode voltar ao desenvolvimento. Porém, no período citado, importantes setores da sociedade, as universidades, os educadores e a mídia de massa sofreram extrema censura e reorientação ideológica.

A indústria da lavagem cerebral contratou cinco mil funcionários entre japoneses que falavam Inglês na época. Em troca de um excelente salário, os censores pré-publicação  tinham a obrigação de manter segredo sobre suas operações. Atuavam obedecendo ordens do escritório de informação do GHQ.

Nada que enaltecesse o Japão podia ser publicado. Nada de positivo sobre o Imperador. Nem mesmo sobre os japoneses que lutaram na Ásia contra forças russas, nos céus do Oceano Pacífico contra norte-americanos e nas ruas de Tóquio e principais cidades, protegendo famílias contra ataques covardes à população civil.

No dia seguinte à rendição do Japão o jornal Asahi publica um editorial com o objetivo de manter o moral elevado do povo japonês, mesmo com todas atrocidades que estavam sofrendo. Pouco tempo depois este jornal foi invadido e uma séria intervenção o transformou no principal veículo de propaganda anti-japonesa dentro da mídia japonesa no período pós-guerra, que ainda não acabou. Afinal, naquela época não havia internet. 

Dessa forma, a cada dia 28 de Abril, os dias sob opressão e controle do pensamento devem ser lembrados por cada japonês e mesmo por seus descendentes em outros países do mundo.

Vocabulário
Restauração da Soberania: 主権復活 しゅうけんふっかつ
Vento Sagrado: 神風 かみかぜ (também os pilotos japoneses na Segunda Guerra)
Censura (pré-publicação) 事前検閲 じぜんけんえつ

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Educação brasileira no Japão (1)

Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre. – Margaret Mead, antropóloga social norte-americana, citada em “Zeitgeist – Moving Foward (2011)

Reunião teve foco nos problemas das escolas brasileiras; as questões de cada família estão sendo levantadas para conversa agendada com o dono de uma instituição na cidade de Hekinan

Após a reunião as mães deixaram o local com esperança renovada.

“Nós somos o povo. E a associação será o elo das famílias brasileiras com as instituições já existentes e os serviços oferecidos, já que elas não contam com a participação da comunidade”, afirma o coordenador do projeto Maurício Nakasato, de Handa, com mais de dez anos de experiência em liderança comunitária.

O salão do Akiba Koen, na cidade de Anjo (Aichi), recebeu neste domingo (7) uma reunião da Associação de Moradores de Aichi (AMA) de mães com problemas em escolas brasileiras. Recentemente criada, a associação tem como diferencial o fato de ser formada por brasileiros que trabalham em fábricas.

Na primeira parte o coordenador Maurício enumerou as principais questões que entravam o desenvolvimento dos brasileiros na sociedade japonesa, que são a educação dos filhos, o aprendizado da língua japonesa e a dificuldade em entender documentos.

“A maioria dos descendentes veio ao Japão muito cedo, sem terminar os estudos”, diz Cláudia Inoue, que reservou o local para a reunião. Para ela, parte dos problemas enfrentados pelos decasséguis teve origem no Brasil.

“Um dos objetivos é fazer os brasileiros verem a importância que os japoneses dão a nós. Não adianta criticar, nós vamos conquistar as coisas com união”, sintetiza Maurício.
Após apresentação do estatuto provisório da AMA, a reunião girou em torno de problemas de mães em escolas brasileiras, definidas como “miscellaneous schools”.

“A Associação quer falar em nome desses pais, estimulando o diálogo entre as partes envolvidas”, diz o coordenador.

Num dos casos, a mãe que prefere não se identificar reclama da professora de seu filho, que não o elogiou por ter entregue o trabalho escolar na data combinada. Pelo contrário, de exemplo, o aluno passou a “vilão”, já que apenas dois estudantes entregaram o trabalho no dia certo. Por este motivo, a professora decidiu não aceitar os dois únicos trabalhos.

O dono da escola resolveu conversar com o coordenador da AMA, após Maurício ter sugerido levantar as questões de cada cada aluno, pesquisando entre os membros da associação.

A província de Aichi é o endereço de mais de 50 mil brasileiros e a associação almeja alcançar pelo menos 250 famílias com participação ativa. Além da Educação, outras áreas terão projetos como assessoria trabalhista, jurídica, traduções, esportes e cultura.

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